Estes sao os celulares da Samsung que eu compraria agora

Com que frequência você se pega pensando em qual smartphone escolher se precisasse comprar um aparelho novo hoje? É muito comum receber esse tipo de dúvida, seja nas redes sociais ou em conversas com quem busca uma indicação certeira. Pensando nisso, neste artigo vamos organizar as melhores escolhas de celulares da Samsung divididas por categorias: do modelo mais básico até o topo de linha.

As escolhas a seguir foram pensadas considerando um cenário realista de mercado, priorizando o que realmente importa para garantir durabilidade e bom desempenho no dia a dia, mesmo que algumas opções fujam do óbvio.

1. A categoria de entrada: o basicão que não te deixa na mão

Quando a prioridade é gastar o mínimo possível, a tentação de pegar o celular mais barato da prateleira é grande. No entanto, é preciso ter cuidado para não comprar um aparelho que pareça funcionar bem nos primeiros meses, mas acabe travando logo depois.

Para quem busca um modelo de entrada, é possível abrir mão de telas AMOLED ou de conjuntos fotográficos supercomplexos. Porém, há um critério inegociável: memoria RAM. Em pleno funcionamento atual, comprar um smartphone com pouca memória RAM é garantia de dor de cabeça a médio prazo, mesmo com tecnologias virtuais de expansão de memória.

  • O escolhido: Samsung Galaxy A07 (na versão de 256 GB de armazenamento e 8 GB de RAM física).
  • Por que essa versão? A variante mais básica de 128 GB conta apenas com 4 GB de RAM, o que foge do requisito mínimo de desempenho. Já a versão com 256 GB entrega um ótimo espaço para fotos, documentos e aplicativos, além de vir acompanhada dos 8 GB de RAM necessários para multitarefas sem engasgos.
  • Ficha técnica básica: Processador MediaTek G99, câmera principal de 50 MP, lente macro de 2 MP, frontal de 8 MP e bateria de 5.000 mAh. É uma opção equilibrada para quem quer gastar pouco sem abrir mão da estabilidade.

2. A categoria intermediária: o equilíbrio ideal

Subindo o nível para os intermediários — fugindo tanto dos modelos de entrada quanto dos caríssimos intermediários premium —, a busca é por um aparelho equilibrado e justo para o uso cotidiano.

Devido às oscilações recentes nos preços do mercado e na disponibilidade de promoções de gerações passadas, os tradicionais modelos da linha FE (Fan Edition) acabam concorrendo em patamares de preço muito próximos a outras opções, muitas vezes saindo da faixa ideal de um intermediário clássico.

  • O escolhido: Samsung Galaxy A57.
  • Por que ele? Ele oferece um conjunto muito sólido com processador Exynos 1680, até 8 GB de memória RAM, certificação IP68 de resistência à água e poeira, e bateria de 5.000 mAh.
  • Vantagens extras: O modelo conta com câmera principal de 50 MP, ultra grande angular de 12 MP e uma frontal de 12 MP. Além disso, a política de atualizações prolongadas da marca garante que o aparelho continue seguro e atualizado por muitos anos.

3. O topo de linha: a escolha polêmica (e racional)

Quando se fala em celulares topo de linha, a primeira reação da maioria das pessoas é apontar diretamente para os modelos da linha “Ultra”. Embora eles representem o suprassumo da tecnologia da marca — com zooms potentes e o melhor desempenho possível —, eles costumam carregar um preço elevado por recursos que nem todo usuário realmente aproveita.

A escolha para o topo de linha prioriza o equilíbrio entre potência máxima e valor investido, fugindo também da complexidade gerada por mudanças frequentes de processadores entre os modelos base e Ultra de algumas gerações.

  • O escolhido: Samsung Galaxy S25 (versão tradicional/flat).
  • Por que ele? Ele entrega o melhor processador da sua geração — o Snapdragon 8 Elite for Galaxy — sem a necessidade de pagar o valor exorbitante cobrado pelas versões Ultra.
  • O que esperar: Três câmeras traseiras (50 MP, 12 MP e 10 MP) e um formato compacto. O único ponto de atenção é a bateria com capacidade em torno de 4.000 mAh, mas para quem prioriza portabilidade e o máximo de desempenho em um corpo menor, o custo-benefício se justifica plenamente.

Perguntas Frequentes

  • Como escolher a quantidade ideal de memória RAM em um celular básico?
    O ideal é buscar aparelhos que ofereçam pelo menos 8 GB de RAM física para garantir que o sistema continue fluido ao longo dos anos, evitando travamentos em multitarefas.
  • O que vale mais a pena: um modelo intermediário atual ou um topo de linha antigo?
    Depende da faixa de preço. Se o topo de linha antigo estiver em promoção agressiva e ainda receber atualizações de sistema, ele costuma entregar melhor qualidade de construção e câmeras superiores.
  • Por que optar pela versão base do topo de linha em vez da versão Ultra?
    A versão base entrega o mesmo processador de ponta e desempenho geral excelente, mas custa consideravelmente menos por não incluir recursos avançados de zoom e telas gigantes que nem todos os usuários utilizam.
  • É necessário se preocupar com o tipo de processador da Samsung?
    Sim. Embora a marca utilize diferentes linhas de processadores (como Exynos e Snapdragon) dependendo do modelo e da geração, as escolhas variam em eficiência energética e desempenho gráfico, sendo um ponto importante a pesquisar antes da compra.